Tenho feito escolhas muito melhores na minha vida e uma delas foi me juntar às Maravilhosas, Grazi. Vem de um tempão de autoconhecimento, e finalmente eu sinto que meus "sim" e "não" estão mais bem posicionados. Com vocês eu escolho passar o pouco tempo livre que tenho, e no final virou parte da minha jornada pra manter a sanidade nesse mundo zuado machista misógino individualista. Mudei tanto de um ano pra cá que quando penso na Aline do passado só me dá vontade de abraçar ela, e apontar pro futuro prometendo que vai ser melhor, que tem gente muito maravilhosa no mundo e que o amor próprio é um caminho importante pra aprender a ser mais feliz. Dessas escolhas melhores descobri no rebolado uma expressão de liberdade que é de muitas outras formas (e graves) reprimida da vida das mulheres, pq somos julgadas o tempo todo e por todos, inclusive gente que a gente um dia escolheu ficar perto. Julgam o corpo, o movimento, a forma de falar, a forma de não falar, o tamanho que está, absolutamente sempre apontadas como inadequadas tendo seus corpos e mentes torturados das maneiras mais dissimuladas e lucrativas possíveis. Mudei as amizades, mudei as relações amorosas e as afetivas casuais (risos). Estou te escrevendo escapando de um compromisso por uns minutos, então desculpe as poucas palavras, mas queria muito registrar esse carinho pra vc saber como é importante em cada vida que seu trabalho lindo alcança e como isso muda todo um universo indiretamente. Quando um dia você apresentava a proposta das Maravilhosas de se amar e se sentir maravilhosa para uma maravilhosa nova na aula eu me emocionei; às vezes a gente tem que ouvir a mesma coisa várias vezes até tocar nossa alma de um jeito consciente, e depois que isso acontece não tem mais volta (eu ouvi um Amém, irmãs?!) S2
Meu Abraço,
Aline Rocha
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