terça-feira, 19 de setembro de 2017

Manita linda
Uma das primeiras coisas que reparei em ti foi uma das tuas tatuagens, a que diz "eu sou amor da cabeça aos pés". Confesso que a minha reação instintiva foi pensar "eike gratiluz, eike que priguis" (tenho trauma de quem veio das Ciências Sociais, sorry).
Aí a gente sentou pra conversar durante um café lá na Iracema e tu me falou das maravilhosas, das tuas percepções sobre as violências que as mulheres, e os nossos corpos sofremos. E tu foi te mostrando essa pessoua, essa força toda. Xoney, mica.
Eu acho (mesmo, olha que míshtica) que tem gente que aparece na hora que precisa aparecer. Você, a Lolô, as Maravilhosas, eu precisava demais naquele momento.
Tava lá enfiada num rolê que transformou uma das minhas libertações, que é o pole, em um lance competitivo, cagador de regra e chato. Precisei de você(s) na minha vidinha pra voltar a me divertir fazendo forcinha e rebolando. Inclusive sigo precisando. É tanta lindeza que nem sei dizer, mani.
Parece que faz um tempão, mas faz um tempinho e já causou isso tudo (se juntas já causa imagina juntas), tanta coisa marabrilhosa na minha vidinha <3. Opricata <3
Conclusão da poha toda: tu é mesmo mesmo amor da cabeça aos pés, passando por essa bunda mais amada do Brasil <3
Te amo, mani. Feliz último ano de trintona. Muito brilho, muito twerk, muito fervo!!
Marina

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