sexta-feira, 15 de setembro de 2017

HELLOR MIGA

Primeiramente Fora Temer. Segundamente FELIZ ANIVERSÁRIO!!! Brilha demais nesse seu novo ano! Terceiramente te desejo um mar de coisas boas nesse seu réveillon particular porque você merece demais, mas demais mesmo.

Acabou que eu não te dei tchau. Talvez melhor, ficou um até loguinho. Sabe, pra todo mundo que eu falo de você, alguma hora a pessoa diz “ela é muito especial pra você, né?” e eu digo “sim, ela é incrível, ela mudou minha vida”. Claro que todo mundo tem um impacto na vida de todo mundo, mas mudar? Não acontece muito. E não é que você chega pra dizer que vai fazer isso, é uma visão de mundo que você apresenta e que não dá pra voltar atrás, graças a deusa. Eu digo que é seita por isso. 

Mas no fim do dia, mudar a minha vida é massa pra mim, mas e daí? O que me leva às lágrimas é ver quantas vidas você muda, de tantas mulheres tão incríveis que puderam se encontrar, trocar, unir, criar, se libertar. O Maravilhosas como um todo mudou a minha vida, mudou muitas vidas. Eu espero que a gente consiga nos encontros, nas aulas, te devolver isso, te apoiar também pra você voar cada vez mais alto.

Aquelas histórias que a gente já contou várias vezes, mas vale deixar registrado aqui junto com as outras. Eu estava muito perdida quando te encontrei. Todo meu plano de vida desde menininha tinha se despedaçado quando eu me divorciei. Eu não estava procurando um grupo de dança, não estava procurando pole (nem me liguei que tinha pole até entrar no estúdio). Eu fui porque eu queria o teu discurso, eu queria entender como me amar, como me apropriar do meu corpo. E não digo nem voltar a me amar ou me reapropriar de mim, porque acho que nunca tinha feito isso genuinamente. E lá, na primeira aula, entendi, quis, me converti.

Eu decidi prestar o mestrado aqui logo depois. Foi esse o processo de reconstrução que eu passei no último ano, que eu nunca fui tão eu, que não sei se teria acontecido de outro jeito. Sem tua mão me segurando pra eu não cair da barra, sem teu impulso pra eu levantar e mexer a bunda pra fazer alguma coisa. Olha quantas metáforas maravilhosas que bundas e barras têm!

Dia desses eu falei alguma coisa e você me chamou de gêmea. Me senti o máximo, ser gêmea sua, aff, apenas muito poderosa. Às vezes penso numa figura de irmã mais velha, às vezes mais materna, irmãe. Mas você tá só sendo você e as pessoas ao seu redor têm o privilégio de poderem se beneficiar da sua existência. Todo esse monte de minas (rá), manas, soeurs, sororidade afinal de contas.

Então reforçando o terceiramente, te desejo uma infinidade de amor, farra, boas surpresas e bons encontros.

E quartamente, vou apenas deixar essa imagem que fala por mil palavras. Gente bem normal conversando conversas normais numa postura normal num horário normal de estar fazendo festa. Incluí uma moldura festiva. Te amo, saudades, saudades do Marquinhos.


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